Quando reconhecer que você quebrou?

Difícil, né? Quando criamos um negócio corremos o risco de nos apaixonar demais pela própria criação? Mas afinal, não devemos ter paixão pelo que fazemos?

As informações que recebemos sobre empreendedorismo levam-nos a algumas dúvidas, como as perguntas acima. No início do negócio, por exemplo, sabemos que o ideal é fazer um planejamento para sobreviver por cerca de 1 ano sem retirar dinheiro da empresa, apenas colocando o capital inicial e investimentos adicionais para fazer crescer o negócio.

Depois, se tudo correr bem, a empreitada começa a gerar lucros que permitirão, além do retorno do dinheiro investido, o início da retirada de rendimentos para o sócio.

Pois bem, aí passamos por uma crise. Como reconhecemos se é passageira e podemos fazer um novo investimento na empresa e lá na frente recuperá-lo ou se estamos cavando um buraco do qual fica cada vez mais difícil sair?

Estabelecer o momento de saída é tão importante como estabelecer o de entrada. Mas a saída sempre parece mais difícil, e na maior parte das vezes é mesmo, porque não a planejamos. Nos apegamos demais ou temos medo do desconhecido?

Nós da Plano B Plano A batemos um papo com o consultor de carreira Rafael Menezes, da Produtive, sobre uma experiência pessoal a respeito do empreendedorismo e como quebrar um negócio acabou levando-o a aprendizados que o tornaram consultor para demais empreendedores.

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Daniela Rezende
Atendimento Personalizado

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